O mercado de entretenimento e de trabalho vêm se modificando rapidamente às novas demandas tecnológicas
A forma como o público vivencia shows ao vivo está sendo cada vez mais modificada pela tecnologia e com os avanços em inteligência artificial. Grandes produções musicais estão se tornando espetáculos tecnológicos e redefinindo não só o entretenimento, mas também a maneira como artistas se conectam com seus fãs.
Um exemplo mais recente do uso de IA em festivais é o Lollapalooza Brasil 2026, que aconteceu no último fim de semana de 20 e 22 de março em São Paulo. Nele, a OpenAI estreou como parceira oficial de inteligência artificial, utilizando o ChatGPT como guia principal para os visitantes. A tecnologia foi aplicada de diversas formas para aprimorar a experiência do público como:
- Guia Oficial de IA: Um GPT personalizado que auxiliou os usuários a organizarem a agenda, conhecerem artistas e receberem curadoria personalizada de shows.
- Orelhões do GPT: Ativações físicas no Lolla Lounge (chamados de “orelhões”) onde o público podia conversar com a IA através de telefones para tirar dúvidas sobre a programação.
- Acessibilidade e Programação: A ferramenta funcionou via link dedicado, app oficial e QR codes espalhados pelo autódromo, permitindo tirar dúvidas, descobrir atrações e até planejar o melhor horário para ir aos shows.
Um outro exemplo se deu durante a turnê The Eras Tour, da cantora Taylor Swift, em que foram usadas inovações tecnológicas que elevaram a experiência do público do estádio; integrando ainda quem acompanhava remotamente. Nos bastidores, tecnologias de áudio de última geração garantiram qualidade sonora impecável, com sistemas avançados, microfones sem fio e processamento sofisticado de efeitos. No palco, pisos interativos compostos por painéis de LED formaram cenários dinâmicos e imersivos, enquanto holofotes inteligentes acompanhavam cada passo da artista.
A tecnologia entrou em cena também na compra dos ingressos com o uso de algoritmos de IA que analisaram dados como demanda, histórico de vendas e tendências de mercado para ajustar preços de forma dinâmica; além da segurança cibernética usada como função de proteger transações financeiras e dados dos fãs.
Pensando nesses avanços da IA em diferentes setores como entretenimento, esportes, mercado de trabalho e outros, e com o objetivo de capacitar jovens neste mundo em transição, a IBM, em colaboração com o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, promovem de forma gratuita uma capacitação introdutória em tecnologia por meio da plataforma IBM SkillsBuild, que exemplifica o uso desses avanços tecnológicos em eventos como partidas de futebol, corridas da Fórmula 1, e até mesmo a mencionada The Eras Tour, entre outros.
Aos interessados em conferir os cursos que a plataforma oferece e garantir certificado de horas pela capacitação, basta acessar o link: http://ibm.biz/ciee-all e checar os cursos que em média levam de 15 a 30 minutos para conclusão.
CIEE 62 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à capacitação profissional de jovens e adolescentes. A instituição, responsável pela inserção de mais de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.


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Why interesting? Because the BB Pro is 14.6mm thick, meaning the FXD GMT clocks in some 1.9mm thinner. In watch terms, this is a lot thinner. This could be a simple expression of Tudor getting better at packaging the movement (indeed, the dial of the FXD GMT is quite close to the crystal), or it could be that the bulk of the BB Pro wasn’t only a question of movement thickness but rather an intentional move to give the black bay pro a feel similar to that of the core Black Bay.
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