Tás sabendo não? Campanha ‘Voto pro Senado’ aposta em filme com Tânia Maria e desdobra estratégia com creators e jingle ‘chiclete’

Projeto do Instituto Update usa linguagem popular e nomes de alcance para explicar regra eleitoral de 2026

A campanha Voto pro Senado, realizada pelo Instituto Update, entra no ar com um filme protagonizado por Tânia Maria, destaque de O Agente Secreto, como ponto de partida de uma estratégia que combina audiovisual, jingle e creators para ampliar o alcance de uma informação ainda pouco assimilada pelo eleitorado: nas eleições de 2026, cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes ao Senado, digitando três números para cada um deles na urna.

O filme, que reúne também os atores Buda Lira, Badu Morais e Chico Tomaz, estabelece o tom da campanha ao apostar em uma abordagem direta e próxima do cotidiano, partindo de situações reconhecíveis para introduzir o tema sem formalidade excessiva. A partir dessa peça, a comunicação se desdobra em outros formatos, mantendo a mesma linha de linguagem e reforçando a mensagem em diferentes pontos de contato.

Já o jingle aparece como uma das peças centrabis desse desdobramento, funcionando como recurso de memorização em uma campanha que depende da repetição para fixar uma regra simples, mas frequentemente esquecida, já que a votação para duas vagas ocorre apenas a cada oito anos. A trilha acompanha a assinatura ‘Tás sabendo, não?’, expressão bastante presente no Nordeste, região onde a campanha concentra sua atuação, e ajuda a aproximar a mensagem do público, especialmente em ambientes de consumo rápido.

Na frente digital, a campanha ganha escala com a participação de nomes conhecidos nas redes sociais como Thaynara OG, Silvero Pereira e Fafá de Belém, além de criadores como Larissa Luz, Max Petterson, Ademara, Jéssica Senra, Camy Moury, Rainha Matos, Mylly Biologando, Wendy Hazin, Higor Santos, Rafaella Farias e Viny Ramos. A escolha por um casting diverso responde à necessidade de inserir o tema em circuitos de atenção mais amplos, conectando a informação a universos como entretenimento, humor, comportamento e cultura, e ampliando a circulação dos conteúdos.

“A regra sempre existiu, mas nem sempre chega de forma clara para o eleitor. A campanha parte desse ruído para organizar a informação e colocar isso em circulação de uma maneira mais acessível”, finaliza Dany Fioravanti, diretora de Estratégia do Instituto Update.

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